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Season finale de The Walking Dead é recorde de audiência

19 mar

O episódio “Beside The Dying Fire” de The Walking Dead, transmitido ontem, foi especial por vários motivos. Ele não só marcou o final da segunda temporada da série, mas também o maior recorde de audiência da série desde a estreia em 2010.

Não foi a primeira vez que a série bateu um recorde nessa temporada, mas os 9 milhões de telespectadores que acompanharam o sangrento desfecho do grupo de Rick fizeram história nos números até o momento. Além disso, a série foi assistida por 6 milhões de pessoas na faixa entre de 18-49 anos (tão desejada pelas propagandas!), 5.3 milhões entre 25-54 e 3.2 milhões entre 18-34.

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Do fogo para o fogo

19 mar

Série: The Walking Dead
Episódio: #13 Beside the Dying Fire
Temporada: 2ª
Canal de exibição: AMC
Data de exibição: 19/03/2012
Spoilers: SIM
Estrelas: 5 em 5

(em tempo: tô aceitando os quadrinhos de The Walking Dead de presente, beijos à todos)

E é isso: temos uma espera de alguns meses até a confirmada terceira temporada de The Walking Dead. O último episódio do ciclo atual foi ao ar ontem, trazendo o ataque zumbi anunciado no fim do episódio anterior: eram prometidas muita correria, algumas mortes e, previsivelmente, a debandada do grupo para – quem não tem acompanhado spoilers e a HQ – sabe-se lá onde.

Vem comigo que eu conto como foi.

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Seis em Cinco

12 mar

Série: The Walking Dead
Episódio: #12 Better Angels
Temporada: 2ª
Canal de exibição: AMC
Data de exibição: 11/03/2012
Spoilers: SIM
Estrelas: 6 (!) em 5

E lá vou tentar fazer algo que usualmente evito fazer: enaltecer uma série de forma apaixonada, fingindo que seus pequenos ou grandes defeitos não existem. O penúltimo episódio da segunda temporada de The Walking Dead foi tão épico – jesus, eles não me deixam mais respirar! – e, diferente do que eu pensava, eles deixaram para este episódio o melhor cliffhanger da série até agora e, além de assassinar um dos personagens principais, também nos remete ao melhor e mais maneiro motivo pelo qual assistimos The Walking Dead: ZUMBIS! Tô me mordendo pela season finale.

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Fogo!

1 mar

Série: The Walking Dead
Temporada:
Episódio: #10 – 18 Miles Out
Exibido em: 26/02/2012
Canal de Exibição: AMC
Spoilers: Sim
Estrelas: 2 em 5

Como previsto, o episódio seguinte ao “Triggerfinger” nos mostraria o esperado embate entre Shane e Rick – que vem se arrastando desde a primeira temporada, quando todos sabíamos que Shane tinha um caso com a Lori, e que talvez tivesse entregado o parceiro e marido da viúva a uma morte dolorosa através de mordidas de zumbis famintos.

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Atirar, apontar…

27 fev

Série: The Walking Dead
Episódio: #09 – Triggerfinger
Temporada: 2ª
Spoilers: Poucos
Estrelas:  4 em 5

Em uma das cenas do episódio 9 de The Walking Dead, os personagens – todos eles – deixam a sala principal da casa Hershel. Como numa dança bem ensaiada, eles se direcionam a lugares diferentes – e dão dicas de para onde a série está caminhando ao se direcionar para seu season finale. Glenn e a namoradinha vão para um canto e discutem sobre finitude de sentimento e egoísmo em relacionamentos do apocalipse; Daryl sai bravíssimo, seguido por uma preocupada Carol, temente em perder as pessoas que ama; Shane vai para fora da casa, acompanhado pelo olhar do velho Dale, e seguido por Andrea – e ambos firmam uma pequena sincronicidade de ideias; a família Hershel fica na sala e, finalmente – e mais importante – Lori e Rick se dirigem para sua barraca.

As revelações da conversa que encerra o episódio promete, para o próximo, o início do confronto entre os ex-melhores amigos Rick e Shane. Eu tenho pra mim que Shane é o grande sobrevivente de um apocalipse zumbi e, por isso mesmo, o melhor personagem desta temporada. Há sim, de ser egoísta em casos como este – não que eu fosse ter os culhões para tal caso ocorresse comigo – e, para aqueles que acham que ele devia ter fugido há muito tempo, fica a arrepiante cena em que o personagem diz que ama Lori e Carl como se fosse dono deles – e do neném na barriga de Lori. É, de longe, a melhor trama do episódio. Falando em melhor, a personagem de Lori tem um bom crescimento neste episódio, tanto na cena em que se desvencilha do acidente, quanto na revelação final para Rick onde ela se posiciona atrás do marido e sussurra para ele os pensamentos de Shane. Filmagem, câmera, interpretação dela, tudo certinho. Não tivesse o Rick reduzido a mero senso moral, teria ficado ainda mais delicinha.

Com boas – as melhores das séries atuais, eu diria – cenas de ação e com uma cena de pura gastura e paúra que eu até pausei porque não consegui continuar (rs), além de trazer mais um dilema – desta vez, sem perna – para a equipe, me parece que no final do episódio eles terminam a frase “Atirar, apontar…” com dedo no gatilho e “fogo!” – desta vez não pra matar zumbis, mas para os próximos passos. Como eu disse no primeiro parágrafo, segue The Walking Dead como uma dança de egos, com constantes trocas de pares, guias e munição.

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15 fev

Série: The Walking Dead
Episódio: #08 – Nebraska
Temporada: 2ª
Exibido em: 12/02/2012
Canal de Exibição: AMC
Spoilers: Sim
Estrelas:  2 em 5

fonte: amc

Ok, The Walking Dead, segurou bem o paradeiro de Sophia e deu de presente o mais chocante desfecho de episódio das duas temporadas, pelo menos até agora. Além disso, me fez esperar com ansiedade por dois longos meses, para saber o que aconteceria em seguida da libertação dos errantes do celeiro e da morte, a definitiva, de Sophia. Como sua mãe reagiria? Como a família Hershel lidaria com o nosso grupo de sobreviventes? Expulsaria todos? Oh deus, o que aconteceria em seguida?

Muito pouco e quase nada. Os pontos máximos foram um tapa na cara de Shane – físico e literal – e duas mortes causadas pelo Rick, provando pra gente que, a bem da verdade, o perigo que ronda o mundo não está nos zumbis: mora mesmo na natureza humana (o que relativiza toda a coisa, na verdade: os zumbis são para aquele mundo o que a casualidade da morte é pra gente neste).

Evidente que depois de um episódio tão pesado quanto o anterior viesse um desses feito para respirar, mas eu preferiria que fosse menos tranquilo. Me desculpem os fusquinhas, acho ótimo, mas a série acaba no episódio 13 – o suficiente para que episódios de “hiato” simplesmente não existam. Além disso, aguentar o arrastado acidente de carro da esposa de Rick, que provavelmente colocará sua gravidez em verdadeiro risco, como a única twist decente… Tô passando.

Ótimo mesmo foi o diálogo do Rick com Hershel no fim do episódio. Scott Wilson entrega um discurso bêbado sobre o fim da fé e o sumiço da esperança, que teria ganhado ainda mais força se Rick não tivesse se transformado num personagem cujas palavras bondosas e corretas não fossem tão banais. Eu estava com saudades de The Walking Dead, mas mal vejo a hora da série continuar de verdade.

O que você perdeu em: The Walking Dead

13 fev

Após seis episódios de sucesso, uma explosão meio porca e um cliffhanger interessante, The Walking Dead retornou para uma segunda temporada de isolamentos, sacrifícios e muita angústia. Se você não estava por aqui quando o holocausto zumbi aconteceu, não se preocupe: vou te inteirar a respeito.

The Walking Dead segue o apocalipse zumbi e a comitiva de sobreviventes liderada por Rick Grimes (Andrew Lincoln), autêntico xerife americano (estão lá as roupas e atitude de salvador da pátria que não me deixam mentir). Após uma caótica história de encontros e reencontros – Rick, dado como morto, reencontra o filho e a esposa, sem saber que seu antigo parceiro de polícia, também ali, teve um tico-tico no fubá com ela – e de fugas e muitas mortes, a temporada um termina com a desesperança da ciência perante a incontrolável tragédia zumbificada.

A segunda temporada se inicia com Rick guiando a viagem cega pela rodovia – com um dead walk inesquecível e que já vale o episódio -, agora liderando um grupo reduzido e cheio de problemas (os “pontos humanizadores”, como as duas crianças e o velho, e os “pontos transtornantes”, como a arrastadíssima esposa do xerife e a jovem loira-suicida). Em meio aos zumbis, uma das crianças, a menina Sophia, desaparece na floresta que cerceia a rodovia – e este desaparecimento guia os sete primeiros episódios desta temporada.

Criticada pela maioria dos telespectadores, impacientes com a menina que nunca aparecia durante as mais exaustivas buscas,  o desaparecimento de Sophia pareceu mover e solucionar o roteiro da série nos mais diversos aspectos: não só conseguiu economizar no orçamento e fixar as locações num ponto específico, mas, trabalhando num cenário aberto e estranhamente deserto, conseguiu diminuir o número de  aparecimento de zumbis sem parecer incoerente. Além disso, nos botou em contato com os moradores da fazenda Hershey, liderada por um senhor homônimo, que abriga o nosso grupo de sobreviventes enquanto estes buscam por Sophia (obviamente, o senhor Hershey faz isso pra pagar uma dívida com Rick. Vale a pena ver para saber qual).

Por conta disso, o paradeiro de Sophia desenvolveu os personagens com muito êxito: deu novas dimensões ao personagem de Daryl (Norman Reedus), dedicando um episódio inteiro ao seu desenvolvimento; criou um interesse romântico não muito simpático para o jovem Glenn (Steven Yeun); criou um segredo enorme – e uma nova forma de enxergar os zumbis – na própria fazenda Hershey; falou da gravidez da esposa de Rick e de como criar um filho durante o fim do mundo e, finalmente, transformou Shane (John Bernthal), o parceiro de Rick, num dos personagens da série mais deliciosos de se odiar.

Revelando o paradeiro de Sophia nos dez minutos finais do sétimo episódio, numa das cenas mais chocantes dos últimos tempos, a segunda temporada chega em sua metade com muitas promessas. O episódio novo, “Nebraska”, foi ar nos Estados Unidos ontem à noite na AMC. Pra dar aquele gostinho (não de sangue e carne morta, por favor), segue a promo do episódio: