A hora mais chata da segunda-feira?

2 abr

Série: Smash
Episódio: #8 – “The Coup”
Temporada: 1ª
Exibido em: 26/03/2012
Canal de Exibição: NBC
Spoilers: Sim
Estrelas: 2 em 5

Era quase meia-noite quando li a primeira crítica do episódio de Smash dessa semana. Michael Ausiello, via twitter, escreveu algo como “Smash foi a hora mais medonha do dia”. Depois de me divertir tanto com “The Workshop” achei exagerada a opinião do jornalista televisivo. Eu estava errada…

Em “The Coup” acompanhamos os momentos seguintes à apresentação de Marylin: The Musical para possíveis investidores. Enquanto Ivy, Julia e Tom passam pela crise de nervosismo e ansiedade, Tom recruta Karen para estrelar uma nova ideia para a produção.

Depois de alguns episódios sem nenhuma importância, Katharine McPhee teve a oportunidade de mostrar o motivo de ser a protagonista da série e falhou lindamente. Alguns dirão que todo o roteiro estava condenado, eu simplesmente começo a perder minha esperança na atriz. “Touch Me” foi escrito para ser exagerado e um erro, mas eu achei que Karen se encontrou na apresentação. Já pode largar a Broadway e ir concorrer com Kate Perry a uns Grammys, se sair da zona boa moça “ursinhos carinhosos”. Além disso, a personagem é tão interessante que dividiu com unhas e dentes o screentime da apresentação com Ryan Tredder, vocalista da banda One Republic que fez uma participação especial nessa semana. E de olho no namorado mala dela que começou a ter a storyline desenvolvida – e mais interessante – que a dela!

A história de Eileen com a filha não poderia ser mais chata, uma decepção para pessoas como eu que sempre defendem o bom personagem de Anjelica Houston.

Michael e Julia provaram que a história deles está na velocidade créu 5. Depois do sexo caliente, seguido pela culpa e obsessão do ator de Joe DiMaggio, neste episódio os dois decidem terminar de vez. Espero que seja só uma brincadeira já que, por mais defeituosa que a história seja, é a melhor abordagem envolvendo Julia, que tem uma família chata e mal desenvolvida. Espero do fundo do meu coração que tenham despedido o pobre infeliz que colocou o marido da ruiva para cantar Bob Marley com Guitar Hero no fundo. Digo não à simpatia forçada!

Quanto a Ellis, personagem irritante, falso e puxa-saco, deixo uma imagem que vale mais do que mil palavras. De olho em Julia, esse é o meu sofrimento toda vez que o cara abre a boca.

TIREM ELE DA SÉRIE, POR FAVOR!!!

Fica aqui o meu apelo para que Smash comece a criar uns vilões melhores, porque está difícil!

Falando em pseudo-antagonistas, Ivy não apareceu muito no episódio, só deu as caras para jorrar dor de cotovelo e insegurança. A cena do boliche, embora bem coreografada, pecou na escolha da música.

No estilo, “guardo o melhor para o final”, Smash só não foi zero estrelas devido à uma ótima conversa entre Tom e Derek. Finalmente descobrimos o motivo de tanto rancor entre os dois durante uma cena raivosa, debochada e honesta.

O jeito agora é cruzar os dedos e esperar o que vem por ai. Ivy foi chutada de vez da posição de protagonista e a equipe ira atrás de uma famosa para o papel de Marilyn. Além disso, o nome também sofrerá mudanças.

O próximo episódio chama-se “Hell on Earth” e será exibido em meio à boas notícias para a série. Kristin Chenoweth, diva da Broadway e participante serial de séries de TV, como Glee e Pushing Daisies, participará da segunda temporada de Smash!

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