Tallahassee

17 fev

Série: The Office
Episódio: #15 – Tallahassee
Temporada:
Exibido em: 16/02/2012
Canal de Exibição: NBC
Spoilers: Sim
Estrelas: 2 em 5

É, talvez eu tenha falado cedo demais que a saída de Steve Carell deixou The Office menos nonsense. O episódio desta semana mostra isso bem.

De todo modo, comentemos primeiro a parte boa: a sequência antes da abertura. Já é tradição em The Office há algumas temporadas que o episódio comece com uma situação que não interfira no plot. Estas cenas podem não acrescentar muito à história da semana, mas ajudam a compor o panorama geral do escritório da Dunder Mifflin Sabre em Scranton. Se pegássemos apenas os inícios dos episódios, já daria para ter uma ideia do quão maluca é esta gente.

Particularmente, adoro o lip dub de Nobody But Me, da banda The Human Beinz. A cena inaugurou a sétima temporada, bem na época em que lip dubs estavam na moda.

Desta vez, a sequência inicial mostra um Dwight preocupadíssimo em liderar o grupo que foi a Tallahassee, na Flórida, para um projeto especial. Ele chega ao ponto de acordar o pessoal com horas de antecedência, para que não haja atrasos. Jim, como sempre, resolve pregar uma peça no colega. O resultado é uma das cenas mais hilárias da temporada.

O resto do episódio gira em torno duma reunião com funcionários da Sabre para por em prática o tal projeto especial. No cúmulo da soberba e da ambição, Dwight pode colocar tudo a perder quando resolve impressionar a chefe, ignorando os demais colegas e, acreditem, uma CRISE DE APENDICITE. A little too much, roteiristas.

O episódio também reserva algumas surpresas, como a volta de um personagem recorrente intragável e de uma aspirante a gerente em Scranton. Para quem não lembra, a vaga de Michael Scott foi pleiteada por vários candidatos, um mais pirado que o outro, e acabou ficando com Andy Bernard (Ed Helms), personagem que sempre me desperta um tanto de compaixão. Ele consegue ser mais loser que o elenco inteiro de Glee!

Prova da palermice de Andy é sua quase total inabilidade para gerenciar o escritório de Scranton. Tanto que, na ausência da recepcionista Erin, que também está em Tallahassee, ele mesmo assume a função. E parece bem mais à vontade atendendo telefonemas do que fazendo a firma funcionar! Claro, isso tudo é só para mostrar como ele sente falta de Erin. Esse romance dos dois tá mais devagar que novela do Manoel Carlos (e eu estou cheio das analogias toscas hoje, vejam só).

Inclusive, a parte “novela” do seriado não andou muito, mesmo. O interesse amoroso da novata por Jim aparece sutilmente em uma cena. O suposto filho de Dwight e Angela é mencionado algumas vezes, mas sem ser determinante para a história. Pelo visto, as grandes emoções vão ficar para o fim da temporada.

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