Quando a devoção é impossível…

28 mar

Série: Criminal Minds: Suspect Behavior
Episódio: #6 – Devotion
Temporada:
Exibido em: 23/03/2011
Canal de Exibição: CBS
Spoilers: Sim
Estrelas: 3 em 5

Como é difícil começar qualquer post de Criminal Minds: Suspect Behavior. Continuo forte,  tentando encontrar uma razão para gostar dessa série tanto quanto a original, mas não consigo. Ainda há esperança, por causa do estilo dela, mas existe um cansaço imenso para dar play em cada episódio novo. Essa semana escutei de uma amiga que se a série é boa mesmo, a paixão é, muitas vezes, à primeira vista. Já assisti 6 episódios desse spin-off e não consigo me imaginar devota ou na expectativa para a próxima semana, então é melhor desistir? Por enquanto, não. Sou forte assim.

‘Devotion’, episódio da última quarta-feira, não foi ruim. Ao longo dos seus 40 minutos foi construída uma boa história, com direito a um assassino maluco e um cadáver falante. O problema é a impossibilidade de criar qualquer simpatia com os membros da equipe de Sam Cooper, em especial, ele. Até a simpática hacker Penelópe, ‘emprestada da série original, fica sem graça e nonsense nas poucas aparições que faz.

A história dessa semana começou com a cena clássica dos grandes crimes, uma família aparentemente feliz sofrendo um golpe de um serial killer. Com o foco nos patriarcas, o criminoso vai atravessar Estados ‘ensinando lições’ e matando em nome da devoção que sente pela irmã.

Bons efeitos visuais e um criativo desfecho, e se fosse a equipe de Hotchner trabalhando nesse caso, esse seria um review repleto de elogios. Mas tirando a equipe técnica que trabalhou bem nesse último episódio, o elenco continua sendo insuportável de engolir. As reflexões de Sam Cooper, as piadas esquisitas da Beth Griffin, as duas falas da Gina – a loira – e do “Prophet” são parte de um péssimo desenvolvimento dos personagens. Observe que eu tirei das duras críticas o sniper Micky, e não só pelo adorável sotaque, mas pelo espírito de liderança e porque as cenas mais interessantes são dele. A hacker García participou um tempo maior nessa semana e ajudou bastante na resolução do caso, mas nem assim é a garota alegre e simpática da série original. Será que falta o Morgan para dar uma melhorada nas cenas dela?

Eu deveria criticar também a religiosidade do personagem de Sam Cooper, que até ora o terço para cadáveres? Isso não me incomoda tanto quanto todas as outras viagens dele tentando entrar na mente do assassino, mas fica aí mais uma explicação para a intolerância com o cara.

Mas já critiquei demais o episódio e chega de enrolar nesse post. Vamos guardar as palavras e reflexões para quando o episódio merecê-las.

Quer saber se você deve assistir “Devotion”? A resposta é sim, para o caso envolvente de devoção e esquizofrenia. Não, para a equipe chata e sem graça de Sam Cooper. Então, a dica é a seguinte: sabe aquele dia que você não tem nada para assistir ou que você acordou com o seu lado tolerante em alta. Aproveite-o com Suspect Behavior!

**ao som de Gangsta Paradise, by Coolio**

Uma resposta to “Quando a devoção é impossível…”

  1. Giuliana Bianchini 28 de março de 2011 às 12:52 #

    OBS: Reparem na cara de Sam Cooper dessa foto. É o meu semblante TODA vez que ele está em cena!

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