Aquele da obsessão que eu já assisti

3 mar

Série: Criminal Minds: Suspect Behavior
Episódio: #02 –Lonely Hearts
Temporada:
Canal de Exibição: CBS
Estrelas: 3 em 5

Dizem que a primeira impressão sempre fica, seja ela péssima ou muito boa. Ou seja, um segundo encontro com qualquer coisa pode, e muitas vezes deve, depender de todo desenvolvimento do que aquele primeiro olhar ou conversa causou no seu conceito. Notem que não estou falando de relacionamentos, mas do segundo episódio de Criminal Minds: Suspect Behavior. Analogias a parte, e explicações exageradas também, apesar de abrir meu texto com a crença da impossibilidade de mudar uma opinião após o primeiro encontro (ou episódio), espero estar muito enganada no que do respeito ao spin-off de uma das minhas séries favoritas.

O time do Forest Whitaker. E desculpem, mas preciso de uma pausa aqui. Eu simplesmente não consigo lembrar o nome de ninguém da equipe, nem mesmo do personagem do Forest, o que me faz precisar do IMDB para continuar esse texto. Triste como esse grupo de investigadores anda não ganhou minha simpatia, e nem mesmo espaço na memória.

Retomando a história, em “Lonely Hearts” a equipe do agente Sam Cooper precisa encontrar rapidamente um assassino de executivos. Ao que tudo indica o suspeito é uma mulher, já que as vítimas eram encontradas quase sem roupa e com índicios de relação sexual. Descobre-se, então, que eles estão no caminho certo, só que a história  é mais complicada, pois tudo indica que há um psicopata arquitetando as mortes desde a prisão. O vilão da última semana é controlador e quer reviver seus crimes, então encontra uma fã manipulável para não só matar, mas manter a sua assinatura: o ato sombrio de assistir a vítima morrer.

Geralmente eu adoro crimes que envolvem mulheres, principalmente aqueles bem violentos, que fogem da fórmula da viúva negra e veneno. Só que o caso apresentando nesta semana deixou a desejar por ser tão previsível e ‘comum’. Talvez a crítica seja injusta, e a sensação do ‘já vi isso antes’ deva-se ao fato que assisti episódios demais de Criminal Minds, o verdadeiro. Mesmo assim, eis que essa é a minha insatisfação no episódio, e na série até agora. Parece que são as mesmas histórias da série original, com um elenco diferente. Não que o caso e o desenrolar dele sejam ruins, mas é algo já abordado antes, e por uma equipe – que admito – é muito mais atraente e simpática. Se esse é o objetivo da série, então aceitemos o que ela é. Mas acreditava que a “Suspect Behavior” era uma equipe de casos diferentes, com uma nova exploração do crime. Porque serial killer por serial killer ainda prefiro o time do Hotchner.

Talvez essas críticas sejam precipitadas, afinal foram ao ar só dois episódios. Espero que esse seja o caso. Afinal, citando a colega de blog Paula, que também acompanha a série: “Dois episódios de Criminal Minds por semana é sempre oportunidade, e não deveria ser desperdício de tempo”.

Então aguardo pelos próximos episódios, esperançosa que Sam Cooper, Beth Griffith, Jonathan ‘Prophet’ Simms, e toda a equipe possam ‘crescer’ no meu gosto. Espero pelo dia em que não vou dar o sorriso bobo porque a Penelope apareceu na tela. E, ainda mais, anseio pelo dia em que não vou precisar mais abrir o IMDB para caçar informações tão bobas, que deveriam estar gravadas na memória após um episódio excelente, algo que os roteiristas de Criminal Minds não tem desapontado nos últimos 6 anos.   

**Ao som de Emotion Sickness, Silverchair**

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