Sem monotonia

25 fev

Série: Criminal Minds
Episódio: #16 Code
Temporada:
Canal de Exibição: CBS
Estrelas: 4 em 5

De todas séries que eu acompanho semanalmente (e eu estou falando de pelo menos 13) Criminal Minds é a que tem um roteiro mais amarrado. Explico o porquê: Quando a série vai chegando em um limbo – o que normalmente acontece entre o episodio 12 até o 20- acompanhar a saga torna-se praticamente uma questão de respeito e esperança.

A história chega num ponto desconfortável em que está perto demais do começo para estar no fim e perto demais do fim para estar no começo. Entende? De qualquer forma: marasmo define boa parte das séries que eu acompanho.

E eu digo quase todas porque isso não aconteceu com Criminal Minds. O episódio em questão é o 16 da sexta temporada e traz o nome de Coda, nele os agentes da BAU precisam dissolver um mistério um pouco incomum: se aproximar de um menino autista, testemunha de um crime.

O episódio vem com características de fotografia e ritmos diferentes do usual na série, mas igualmente bons. Os primeiros minutos do episódio trazem uma música clássica altíssima, e as imagens alternavam entre a rotina dos agentes e a rotina do menino autista. Realmente muito bom.

E o que essa coisa toda tem de diferente das outras séries em meio de temporada, alguns pensariam. O vilão, respondo eu.

Há uns três episódios um novo vilão foi inserido em Criminal Minds, dessa vez, pra bater de frente com a Emily. Nesse episódio, no entanto, ele toma forma, corpo, voz e aparece para valer. É o começo de uma saga que foi anunciada no meio da temporada, momento justamente, de normais postergação nas outras séries.

Ele não e o Foyet. Fato, mas confesso estar criando uma curiosidade saudável de entender a trama, quando foi que a emiily o conheceu, o que houve no meio tempo e como foi que ele entrou e fugiu da cadeia são respostas que eu estou ansiosa para descobrir.

Resumindo, se você quiser assistir uma série bem tramada, que não te enrole, não de sono e ainda sim tenha episódios distintos, com casos diferentes essa é uma boa opção.

3 Respostas to “Sem monotonia”

  1. Giuliana Bianchini 26 de fevereiro de 2011 às 15:57 #

    Cheesus,

    Que grande episódio de Criminal Minds! E com um final super bem elaborado. Com todo respeito à loucura do Foyet, eu respeito muito mais os frios calculistas poderosos. E o Ian promete…

    Uma pena que toda essa trama possa culminar na saída da Prentiss. Pra mim, hoje, a melhor personagem da série!

  2. Giuliana Bianchini 26 de fevereiro de 2011 às 15:59 #

    Esqueci de perguntar. Esse caso que eles pegaram não seria um da unidade do SB? Acho que tinha mais a ver com a outra equipe, não?

  3. Anónimo 31 de janeiro de 2012 às 13:49 #

    Na primeira temporada houve um episódio,chamado Broken Mirror que me chamou a atenção, em que o vilão era um agente do FBI chamado Vincent Shyer.Shyer era um sociopata que estava obcecado pelas duas filhas gémeas de um advogado chegando a raptar uma delas.Shyer sabia tudo sobre Gideon,Hotch,Morgan, e os restantes membros da equipa da BAU,sabia os pontos fortes e os pontos fracos de cada um deles e estava sempre um passo á frente do grupo. Shyer daria um grande adversário á altura da BAU se aparecesse em mais episódios.

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